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Sexta-feira, Julho 27, 2007

 
Nos últimos tempos, um monte de gente tem colocado no You Tube aqueles vídeos idiotas de um cara colocando uma pastilha de Mentos em uma garrafa de Diet Coke, que começa a jorrar pra tudo quanto é lado. A Carlsberg resolveu então produzir este comercial, absolutamente hilário:


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Quinta-feira, Julho 26, 2007

 
Arte em São Paulo

Acabo de ver no site do Andrew Sullivan uma indicação para o Wooster Collective, um site dedicado à arte de rua )pois é, tem coisa legal acontecendo). Qual não foi minha surpresa em ver estas duas fotos espetaculares, de uma exposição que está rolando no SESC Pinheiros, em São Paulo (o site do SESC está aqui, mas apesar de falar da programação, incluindo palestras lidadas a esta exposição, não tem fotos das obras). Alô você, que frequentava aquele museuzinho merda de arte contemporânea em Oxford, atrás do Supermercado! É, você mesmo! Dá uma passada por lá e me conta como foi!

Se bem que, sendo arte contemporânea, o conceito por trás da exposição é geralmente melhor do que as obras expostas!

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Aventuras na Tunísia, parte 1

Chegando no aeroporto, Lizzie e eu fomos direto pegar um táxi para o Museu do Bardo. A sensação não é muito diferente de chegar no Galeão sem ter ninguém esperando por lá: uma horda de taxistas avança pra você, oferecendo pra te levar aonde você quiser, uma beleza. Ignoramos todo mundo, fomos ao guichê de informações, perguntamos onde ficavam os táxis "oficiais", fomos para o ponto, e ...tcha-ram! - lá estavam as mesmas pessoas. O táxi custou 20 dinars (uns 14 euros), e depois descobrimos fazendo o mesmo trajeto que pegando um táxi na rua teria custado 3 dinars. Enfim, turista é pato mesmo.

Chegamos ao museu, deixamos nossas bolsas no guarda-bagagens que fica na entrada (cartazes dizem que é estritamente proibido entrar no museu com bolsas, mas na saída eles te fazem voltar até a entrada, pegar as bolsas, e atravessar o museu inteiro, de novo, carregando as ditas-cujas). Ah sim, porque o Bardo? A Tunísia é dona de uma das maiores e melhores coleções de mosaicos romanos em todo o mundo, e o que me interessa mais, na maioria mosaicos dos séculos III e IV d.C., o período que me interessa: enquanto a maioria das províncias do Império Romano estava em declínio, as províncias na África estavam passando por uma grande expansão econômica e explosão cultural.

Estes mosaicos representam diversas cenas da vida na África do Norte romana, como por exemplo corridas de charrete no circo (aqui), cenas de caça a animais para apresentaçóes no anfiteatro (aqui), além de cenas ligadas ao cristianismo (como este fantástico mosaico mostrando Daniel na cova dos leões) e à cultura greco-romana (meu favorito é este representando uma cena da Odisséia).

Tudo isso em exibição em um palácio muito bonito, o Bardo, um complexo de palácios construído entre o século XIII, quando os Hafsidas estavam no poder, e o século XIX, período em que Husainida Beys dominavam a Tunísia, imediatamente antes da conquista francesa. O palácio ficava nos subúrbios de Túnis, mas com o crescimento da cidade fica hoje em uma área bem feia. Partes do palácio são usadas pelo parlamento, o que explica os seguranças com metralhadoras na porta, mas a parte usada para o museu é bem grande, e espetacular. O problema é que são TANTOS mosaicos, que você fica sem saber onde olhar (e acaba tirando fotos bobas, como esta). Eu gosto desta foto, onde parece que a Liz está flutuando sobre os mosaicos.

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Tem uma passagem muito maneira logo no início da segunda temporada de The West Wing, em que o presidente (vivido por Martin Sheen, espetacular) diz mais ou menos o seguinte: "Nós não vivemos em uma Democracia, nós vivemos em uma República. Não é para os cidadãos decidirem o que é melhor para eles, eles devem eleger aqueles que irão tomar estas decisões." Este é o X do problema.

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Tem um post muito interessante lá no blog do presidente, sobre a falta de renovação na elite política brasileira. O número de políticos ocupando o primeiro plano (nóis merece!) com o nome do pai ou do avô, tipo ACM neto, ou César Maia Filho ou o que quer que seja, é impressionante. O mais preocupante é que estes são políticos guindados à elite de seus partidos, ainda jovens, antes mesmo de terem uma trajetória política decente. Seria isso um sinal de que eles são mais espertos do que os outros centenas de milhares de políticos que povoam o sistema político brasileiro? Seria ACM Neto, ou Efraim Filho para usar o exemplo do presidente, mais esperto do que um deputado federal do PFL eleito por São Paulo, onde a competitividade é brutal, sem o apoio do pai? O problema não é só a qualidade da representação, mas também o fato que para muitos políticos o acesso à direção partidária e do legislativo está vetado - ou, numa hipótese mais assustadora, que eles estão ocupados demais com atividades comezinhas para se envolver no "grande jogo político".

Talvez isso seja um sinal do tamanho da crise política em que o Brasil se encontra. Como eu não sou cientista político nem sociólogo, vou esperar pra ver o que é que o presidente tem a dizer sobre isso, mas tenho minha própria teoria, que não vale só pro Brasil. O problema está na idéia de representação. Pelo que eu me lembro daquelas palestras magistrais do Skinner que eu e o Celso costumávamos cabular em Oxford pra ficar bebendo café, o conceito de representação política é moderno, tem a ver com a idéia de que um representante pode ocupar um espaço na arena pública em nome dos representados eficazmente (ou seja, cuidando de mais coisas do que de sua própria criação de gado). Essa idéia prosperou em ambientes específicos, a Inglaterra pós-revoluções, os EUA pós-independência, e por aí vai. Isso significa que funcionou em contextos onde havia não só uma proximidade geográfica e pessoal entre os cidadãos e seus representantes, mas também onde o corpo de cidadãos era extremamente restrito (olha o colégio eleitoral que elegeu o Bush aí, uma forma de manter esse corpo de cidadãos restrito mesmo em um momento de expansão da cidadania).

No caso do Brasil, o que isso significa? Minha impressão é que na República do Café com Leite o sistema funcionava com grande eficiência: poucos eleitores, grande controle sobre os votantes, com isso o núcleo duro da cidadania brasileira era mais restrito, formado por pessoas que frequentavam as mesmas escolas no Rio, em São Paulo, Recife, etc. Depois de Vargas houve uma formidável expansão do corpo de cidadãos, mas estes não foram incorporados no sistema político: analfabetos, trabalhadores rurais, miseráveis urbanos, etc, eram o público ideal para políticos populistas, e de certa forma ainda o são. Depois de 1985, no entanto, foram criados instrumentos fantásticos para a expansão do corpo de eleitores/cidadãos no Brasil: você pode ser um seringueiro analfabeto no interior da Amazônia, vai ter um barquinho trazendo uma urna perto de você. Isso é fantástico, uma grande vitória, e de uma certa forma os milhares de representantes que hoje ocupam os poderes legislativos municipais, estaduais, e federal são uma representação muito mais acurada da realidade brasileira do que jamais foram. Falando sério, ninguém pensa em ler a coleção dos discursos de um Ronaldo Caiado ou do Babá, mas o que eles têm a dizer é tão representativo dos grupos que eles representam quanto aquilo que José de Alencar dizia - com a vantagem de que eles representam grupos mais amplos.

O que eu acho mais complicado é que estes representantes são eleitos mas, para usar uma linguagem de teatro, não têm "roteiro" nem "direção". Não existe um vínculo real entre os representados e aqueles em quem eles votam (tirando casos muito raros). Mesmo o PT, com seus congressos, apresenta esta distorção; existe um vínculo forte entre os membros do partido e sua direção, um vínculo que em tese se reforça nos seus intermináveis congressos, mas mesmo este está enfraquecido desde que o grupo do Lula se articulou e emparedou os outros grupos. A idéia de "Listas" e "Financiamento" público, debatida recentemente, não resolve o problema porque coloca o maior peso nas direções partidárias, e no controle do legislativo: seria um desastre no caso de partidos com lideranças fortes, como o PT e o PSDB, onde um grupo dominaria os outros, e levaria o PMDB à ruína (hum....). A idéia do voto distrital, ou do voto distrital mixto, já seria um grande progresso, eu acho, porque reduziria a distância entre eleitos e eleitores. Reduzir as distorções na representatividade de estados com poucos eleitores e estados com muitos, como São Paulo e Rio de Janeiro, seria mais uma idéia.

É claro, estas são sugestões que aparecem toda hora, e são quase impossíveis de implementar. Mas se estas não funcionam, bom, então cabe a gente tipo o presidente pensar em alternativas viáveis. Ou o JP, que inclusive já está com a mão na massa!

ps: se você discorda do cenário que eu pintei nos parágrafos acima, a culpa não é só minha. Basta ler Salústio e Cícero, e o quadro é o mesmo. Na Natureza nada se cria, nada se perde, e só existem livros sobre outros livros...

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Quarta-feira, Julho 25, 2007

 
Já comecei a colocar fotos da viagem à Tunísia no Flickr.

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E as enchentes na Inglaterra acabam de atingir Oxford. É claro que o timing não poderia ser melhor: parto para lá na segunda-feira. Ontem meu sogro disse que chove na Irlanda há 55 dias, o que me fez perceber que não chove em Roma por mais ou menos 55 dias também. Nunca vi a cidade tão seca.

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A imprensa está fazendo o maior estardalhaço em cima do acidente com o avião da TAM, em São Paulo. 99.9% dos posts do Noblat, por exemplo são sobre esse assunto nos dias que correm. Isso é certo? É claro que é! 199 pessoas morreram, o país está um caos, pessoas pagam passagens caríssimas e não conseguem embarcar ou na melhor das hipóteses chegam com horas de atraso. Eu não tenho nada a acrescentar sobre o assunto. Só ouvi notícias sobre o acidente dois dias depois: eu estava no meio do nada, em plena Tunísia, quando o rádio do carro começou a falar sobre os atrasos que estavam acontecendo em São Paulo por causa do acidente. O que me irrita é ver jornalistas que até algum tempo atrás eu admirava, como o Mino Carta e o Paulo Henrique Amorim acusarem todo mundo que critica este governo cocô de golpista e antidemocrático. É duro aguentar isso. Que o Estadão, o Globo e a Falha de SP são jornais porcaria, isso nós sabemos. Mas que esse governo é uma merda, bom, isso é difícil negar. O problema, é claro, é que o índice de a~provação do governo continua alto. Os jornais reclamam, mas achar que as vaias no Maracanã são mais legítimas do que os aplausos em Aracajú é um erro. Democracia é isso.

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Nós chegamos em Túnis na Terça na hora do almoço. De lá, pegamos um táxi até o Museum do Bardo, a mais espetacular coleção de mosaicos do império romano. Túnis, e o resto da Tunísia também, dá uma impressão muito estranha: parece uma cidade brasileira do dinal dos anos 70-início dos anos 80, transplantada para 2007. Algumas partes da cidade são muito modernas, bonitas, outras têm uma combinação estranha: alguns edifícios bem modernos, outros muito modernos e feios, e mais uns tantos que me lembraram Resende quando eu era criança, a Av. Alfredo Wately (acho que é assim que se escreve): prédios baixos, quadrados, aquelas pastilhas de azulejo nas paredes. As ruas, mesmo quando asfaltadas, cobertas de terra, areia e poeira. E tem as partes mais pobres também, que parecem mais pobres por causa do calor. Infelizmente não tivemos tempo de visitar Túnis, visitar a parte antiga da cidade, a Medina, e nem a parte "francesa" de lá.

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Bom, a primeira coisa que tem que ser dita sobre a Tunísia: é quente. Muito quente. E o Sol é forte, forte demais. Eu nunca suei tanto. Cada visita a um sítio arqueológico é um martírio, porque com o sol de lá você tem que vestir calça comprida, usar chapéu, óculos, e nem pensar em tirar a camisa. A Liz, coitada, encolheu uns dois centímetros.

Lição básica: jamais visite o Norte da África em Julho, estúpido!

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Ok, de volta da Tunísia, um país muito estranho. Foi impossível fazer contato de lá, nem dei os parabéns ao Felipe.

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Segunda-feira, Julho 16, 2007

 
Estou me preparando para partir para a Tunísia, devo mandar poucas notícias de lá. Escrevo e coloco fotos assim que voltar.

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Depois de muitos anos de procrastinação, este blog resolveu seguir os conselhos do JP e começou a assistir ao The West Wing. É como assistir ficção científica, ver um presidente dos EUA que é mais idealista (no bom sentido) do que os seus espectadores. Mas é muito bom, em 10 dias já matei a primeira temporada e estou vendo a segunda!

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Sábado, Julho 14, 2007

 
Pois não é que o Lula foi vaiado no Rio? O Noblat escreveu um comentário muito pertinente sobre o que aconteceu, "nunca na história deste país um presidente foi vaiado por tanta gente...", estas coisas. Enquanto isso, Paulo Henrique Amorim continua fingindo que está tudo bem, que os escândalos de corrupção são uma invenção da mídia golpista: na sua cobertura, Lula não foi vaiado, mas o Estado de São Paulo é criticado por dizer que as obras do Pan têm problemas estruturais, coisa que até os cachorros na pracinha aqui em frente de casa já notaram.

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Acabei de ler numa revista que a Liz costuma comprar, a Internazionale, que 51% da energia elétrica usada nos EUA é produzida com carvão, que por sua vez vem de uma cidadezinha no Wyoming chamada Gillette. Amiano também é cultura.

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Terminei de ler ontem um livraço, Roman Portrait Statuary from Aphrodisias, do Bert Smith (o livro foi resenhado aqui). Afrodisias é um caso especial para a arqueologia: a cidade antiga foi danificada por um terremoto no século VII, e totalmente abandonada por volta do século XIV. O lugar foi mais tarde ocupado por uma vila, mas a cidade antiga já estava totalmente enterrada nesta época. No entanto, um terremoto nos anos 1950 fez com que o governo turco retirasse a população de lá, e excavações começaram nos anos 1960 - tem um site excelente da New York University, que dirige os trabalhos na área, aqui.

Para quem já lê o Amiano há muito tempo, isso soa como história antiga: este correspondente esteve lá durante o glorioso mês de Setembro de 2003. Acabei de colocar no Flickr algumas das fotos que eu tirei na ocasião, divirtam-se!

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Uma coisa que eu sempre gostei foi de ler sobre os lugares onde estátuas famosas foram encontradas. Ontem à noite um amigo me disse que leu que a via dei Serpenti tem esse nome porque ali foi encontrada a serpente da estátua do Laoconte. A estátua tinha sido encontrada uns dois anos antes, a uns dois quilômetros dali. O mesmo aconteceu com o Hércules Farnese: a estátua foi encontrada sem uma das pernas, e por isso uma perna nova foi feita para ela. Anos depois, a perna original foi encontrada - não nas termas de Caracala, onde a estátua foi originalmente exposta, mas em Trastevere, uns 5 km dali.

O meu exemplo preferido, no entanto, é o Boxeador, uma enorme estátua de bronze que está atualmente no Palazzo Massimo alle Terme, parte do Museu Nacional. A estátua foi enterrada intencionalmente no final da Antiguidade (ela estava nas termas de Constantino), e foi colocada sentada no capitel de uma coluna. Os desenhos feitos pelos arqueólogos que a encontraram, por volta de 1860, são espetaculares: parecem retratos de um homem muito cansado, que sentou-se por cerca de 1300 anos.

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Terça-feira, Julho 10, 2007

 
Ah sim, tem também a estória no Globo do professor da UNB que vai processar o reitor da Universidade por ter sido punido por racismo. O professor, ao criticar o sistema de cotas nos EUA, disse que era dinheiro dado à "crioulada". Depois se justificou, dizendo que estava traduzindo a expressão "black underclass" (noves fora a pobreza da tradução, alguém aí pensa em inglês e traduz o seu raciocínio pro português enquanto discute política na sala de aula?). A punição foi suspensão por 30 dias, convertidos em 50% do salário - o que não faz sentido, uma vez que 30 dias correspondem a 100% do mês. E agora o cara ainda quer processar o reitor?


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Enquanto espero a semana que vem, estou aqui na biblioteca, o único ser vivo além das bibliotecárias. Está um inferno, porque na hora do almoço o sol começa a bater na janela, e tenho que fechar tanto o vidro quanto a persiana. Isso aqui está um forno.

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Ok, já tenho um roteiro para a viagem para a Tunísia:
17-07, Terça - chego meio dia, vou direto ao museu do Bardo, em Túnis
18-07, Quarta - visito Kerkouane, o único sítio arqueológico cartaginês que sobreviveu depois da invasão romana
19-07, Quinta - visita a Bulla Regia e Dougga, dois importantes sítios arqueológicos romanos
20-07, Sexta - Thuburbo Maius, a cidade romana melhor preservada na Tunísia
21-07, Sábado - El-Jem, o terceiro maior anfiteatro do mundo romano
22-07, Domingo - vou a Cartago na parte da manhã, rumo pro aeroporto na hora do almoço e volto pra Roma

Vai envolver dirigir um bocado, andar de ônibus, etc. Vamos ver se funciona.

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Domingo, Julho 08, 2007

 
Updates

Bom, parece que não vou ao Brasil em Julho e nem Agosto. Em compensação, vou com a Liz para a Tunísia. Ainda estou preparando o itinerário, mas hotel e vôos já estão resolvidos. Os objetivos são dois: relaxar na beira da praia e visitar ruínas romanas. Isso vai envolver um pouco de viagem pelo interior do país, no meio do verão, mas sabe-se lá quando eu volto pra lá.

No final de Julho, vou pra Oxford, ver meu ex-orientador e discutir o livro.

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Amiano Marcelino
   
Uma etnografia dos povos barbaros